- 02/07/2026
- Dr. João Pedro
- Ortopedia Pediátrica
Tratamento da Instabilidade Patelofemoral: da Fisioterapia à Cirurgia Preservadora
Precisa de avaliação ortopédica para o seu filho? Entre em contato com o Dr. João Pedro Rocha, ortopedista pediátrico em São Paulo.
O tratamento da instabilidade patelofemoral em crianças, adolescentes e adultos jovens deve ser individualizado. A decisão entre tratamento conservador e cirúrgico considera a idade, a maturidade esquelética (se as cartilagens de crescimento ainda estão abertas), o número de episódios de luxação, os fatores anatômicos de risco presentes — como displasia troclear, patela alta ou aumento da distância TT-TG — e o nível de atividade física e os objetivos do paciente.
Tratamento não cirúrgico (conservador)
O tratamento conservador é a primeira linha de abordagem para a maioria das crianças, adolescentes e adultos após uma luxação patelar primária, especialmente quando não há fragmentos de cartilagem livres na articulação que precisem ser removidos cirurgicamente.
Fase aguda: as primeiras semanas após a luxação
Nas primeiras 2 a 4 semanas, o objetivo é proteger os tecidos lesionados — em especial o Ligamento Patelofemoral Medial (LPFM) — e controlar a dor e o inchaço. Isso geralmente envolve o uso de uma órtese ou imobilizador de joelho, apoio do peso conforme tolerado (com muletas, se necessário), crioterapia (gelo) por 15 a 20 minutos várias vezes ao dia, elevação do membro e, quando indicado pelo médico, anti-inflamatórios ou analgésicos. A mobilização precoce e gradual do joelho também é importante para evitar rigidez.
Fisioterapia: o pilar da reabilitação
A fisioterapia é o componente central do tratamento conservador, com foco em:
- Restaurar a amplitude de movimento completa e sem dor.
- Fortalecer o quadríceps, com ênfase no Vasto Medial Oblíquo (VMO).
- Fortalecer os músculos abdutores e rotadores externos do quadril, que ajudam a controlar o chamado "valgo dinâmico" do joelho.
- Fortalecer a musculatura do tronco (core).
- Melhorar o controle neuromuscular, o equilíbrio e a propriocepção.
- Corrigir padrões de movimento durante atividades como agachar, subir escadas e aterrissar de um salto.
- Progredir gradualmente até atividades específicas do esporte praticado.
Leia mais sobre: Dor no Joelho em Criança: o que pode ser e quando se preocupar
Órteses, taping e modificação de atividades
Joelheiras com almofada lateral, faixas de contenção medial e bandagens (taping) podem proporcionar alívio sintomático e ajudar no controle motor durante a reabilitação — embora estudos mostrem que, isoladamente, esses recursos não substituem o exercício. Em crianças com pronação excessiva do pé, palmilhas também podem contribuir para o realinhamento. Durante a fase de reabilitação, pode ser necessário modificar temporariamente esportes com mudanças bruscas de direção, giros e saltos, retomando-os de forma gradual.
Resultados e limites do tratamento conservador
Os resultados do tratamento conservador variam muito de acordo com os fatores de risco anatômicos presentes:
- Em crianças sem fatores de risco significativos, o tratamento conservador costuma ser suficiente.
- A taxa geral de recidiva fica entre 15% e 44%, podendo chegar a 50–60% em populações pediátricas com fatores de risco.
- Em crianças com displasia troclear e fises ainda abertas, a taxa de recidiva com tratamento conservador pode atingir 69%, com taxa de sucesso de apenas 31%.
Por isso, estudos recentes apontam que, em crianças com múltiplos fatores de risco anatômicos, o tratamento cirúrgico precoce — mesmo após a primeira luxação — pode trazer melhores resultados funcionais e menor risco de recidiva do que apenas observar e tratar com fisioterapia.
Quando a cirurgia é indicada?
Algumas situações tornam a indicação cirúrgica mais clara, mesmo em crianças e adolescentes:
- Presença de um fragmento de cartilagem livre dentro da articulação, que precisa ser removido ou fixado — indicação cirúrgica mesmo após a primeira luxação.
- Instabilidade recorrente: dois ou mais episódios de luxação completa.
- Falha de um programa de fisioterapia bem conduzido por até 3 a 6 meses.
- Presença de múltiplos fatores anatômicos de risco (displasia troclear, patela alta, distância TT-TG aumentada), que tornam a recidiva muito provável com tratamento conservador isolado.
- Limitação funcional significativa, mesmo sem luxações completas — quando a apreensão por si só já impede a prática esportiva e atividades do dia a dia, podendo trazer prejuízos psycho-sociais.
Um estudo recente envolvendo crianças com luxação primária e múltiplos fatores de risco mostrou que a reconstrução combinada do LPFM com o Ligamento Quadricipital-Femoral Medial (LQFM) resultou em apenas 15,4% de falha, comparado a 58,8% no grupo tratado de forma conservadora — além de maior retorno ao esporte (88,5% versus 66,2%) e ao mesmo nível de atividade pré-lesão (91,3% versus 69,6%).
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Técnicas cirúrgicas para instabilidade patelofemoral
Em pacientes ainda em crescimento, todas as técnicas cirúrgicas precisam respeitar as cartilagens de crescimento (fises) do fêmur e da tíbia — uma abordagem conhecida como "physeal-sparing".
Reconstrução do Ligamento Patelofemoral Medial (LPFM)
É o procedimento mais realizado para instabilidade patelofemoral recorrente e a primeira escolha para a maioria dos pacientes sem desalinhamentos ósseos extremos. Consiste em recriar o LPFM utilizando um enxerto de tendão — que pode ser do próprio paciente (autoenxerto, geralmente dos tendões flexores do joelho), de banco de tecidos (aloenxerto, com resultados comparáveis em crianças) ou um enxerto pediculado do tendão do quadríceps, que evita a necessidade de túneis na patela.
Em crianças com fises abertas, o ponto mais delicado da cirurgia é a fixação no fêmur, já que o ponto anatômico de inserção do LPFM (ponto de Schöttle) está localizado muito próximo à cartilagem de crescimento. A técnica mais utilizada atualmente é a fixação epifisária — um túnel guiado por radioscopia, posicionado na porção do osso distal à fise, que mantém o enxerto isométrico (com comprimento estável durante o movimento) e preserva o potencial de crescimento. Estudos mostram que essa técnica não causa lesão da cartilagem de crescimento nem distúrbios de crescimento quando bem indicada e executada.
Os resultados da reconstrução do LPFM em pacientes em crescimento são consistentemente bons: taxa de recidiva entre 6% e 20%, melhora expressiva nos escores funcionais de joelho, retorno ao esporte em 85% a 93% dos casos e satisfação relatada por 80% a 96% dos pacientes.
Reconstrução combinada do LPFM e do Ligamento Quadricipital-Femoral Medial (LQFM)
Quando há instabilidade também em extensão completa do joelho, ou quando a reconstrução isolada do LPFM não foi suficiente, pode-se reconstruir simultaneamente o LPFM e o LQFM — com um único enxerto em formato de "Y" ou dois enxertos separados. Essa combinação tem se mostrado especialmente útil em crianças com múltiplos fatores de risco logo na primeira luxação, com taxas de falha significativamente menores do que o tratamento conservador isolado.
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Osteotomia (transferência) da tuberosidade tibial
Quando a distância TT-TG está muito aumentada (geralmente acima de 20 mm em adultos ou 13 a 15 mm em crianças e adolescentes) ou a patela alta é significativa (índice de Caton-Deschamps acima de 1,3), pode ser necessário reposicionar cirurgicamente a tuberosidade tibial — o ponto onde o tendão patelar se insere na tíbia. O fragmento ósseo pode ser movido para dentro (medialização, reduzindo a distância TT-TG), para baixo (distalização, corrigindo a patela alta) ou para frente (anteriorização, reduzindo a pressão sobre a cartilagem patelofemoral em casos de lesão condral), isoladamente ou em combinação.
Em crianças com a fise proximal da tíbia ainda aberta, existe uma técnica que preserva o periósteo (a "camisa" que envolve o osso), permitindo o reposicionamento do fragmento sem lesar a cartilagem de crescimento. Esse procedimento é mais invasivo do que a reconstrução isolada do LPFM, exige consolidação óssea de 6 a 12 semanas e apresenta taxa de complicações de 6% a 22% — sendo a rigidez articular a mais comum. Quando combinada com a reconstrução do LPFM em pacientes com distância TT-TG elevada, reduz de forma significativa as taxas de falha do tratamento.
Trocleoplastia: correção da displasia troclear
A trocleoplastia é um procedimento que aprofunda cirurgicamente o sulco troclear em casos de displasia troclear grave. Embora a displasia troclear seja o principal fator de risco anatômico para a instabilidade, estudos demonstram que, na maioria dos casos — mesmo com displasia presente —, a reconstrução isolada do LPFM já é suficiente. A trocleoplastia fica reservada para casos mais complexos, de displasia muito grave quando a patela tem que se equilibrar sobre uma colina óssea (como se fosse uma bola de tênis se equilibrando em uma bola de futebol), sendo um procedimento mais exigente tecnicamente e, em pacientes pediátricos, raramente indicado devido à proximidade com a cartilagem de crescimento do fêmur.
Crescimento guiado para correção do genu valgo
Em crianças com instabilidade patelofemoral e genu valgo significativo (acima de 10 a 12 graus), é possível corrigir o alinhamento dos joelhos aproveitando o próprio potencial de crescimento — uma técnica chamada crescimento guiado. Pequenas placas e parafusos são posicionados no lado interno da cartilagem de crescimento do fêmur e/ou da tíbia, desacelerando o crescimento medial enquanto o lado externo continua crescendo normalmente, corrigindo gradualmente o desvio. Em um estudo, essa técnica combinada à reconstrução do LPFM corrigiu o genu valgo de uma média de 12,4 graus para 5,1 graus em pouco mais de um ano.
Cuidados especiais com as cartilagens de crescimento em crianças
A presença de fises (cartilagens de crescimento) abertas é, ao mesmo tempo, um desafio técnico e uma oportunidade. Um desafio porque o ponto anatômico ideal de fixação do LPFM está muito próximo da fise distal do fêmur, exigindo planejamento cuidadoso e, geralmente, controle por radioscopia durante a cirurgia. E uma oportunidade porque o próprio crescimento remanescente pode ser utilizado a favor do tratamento, como nas técnicas de crescimento guiado para correção do genu valgo.
Estudos de seguimento de longo prazo mostram que, quando a técnica adequada é utilizada, não há evidência de lesão da cartilagem de crescimento ou de distúrbios de crescimento — como diferença no comprimento das pernas ou desvios angulares —, e os resultados são comparáveis aos obtidos em pacientes já com o esqueleto maduro.
O atleta jovem: retorno ao esporte após o tratamento
Para a maioria das famílias, a grande pergunta é: meu filho vai voltar a jogar? Os dados são, em geral, encorajadores:
- Entre 85% e 93% dos atletas jovens retornam ao esporte após cirurgia para instabilidade patelofemoral.
- Entre 68% e 71% retornam ao mesmo nível de atividade que tinham antes da lesão.
- O tempo médio para o retorno ao esporte varia de 6,7 a 8,8 meses.
O retorno não deve se basear apenas no tempo desde a cirurgia, mas em critérios objetivos: amplitude de movimento completa e sem dor, força do quadríceps de pelo menos 90% em relação ao joelho saudável, bom desempenho em testes funcionais (como testes de salto), ausência de inchaço e de apreensão, e confiança para realizar os movimentos específicos do esporte sem medo.
Atletas de alto rendimento podem tel uma chance um pouco menor de retornar exatamente ao nível anterior à lesão, em comparação com atletas recreativos — algo importante de conversar com a família antes da cirurgia, para alinhar expectativas.
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Reabilitação pós-operatória passo a passo
A reabilitação após a cirurgia segue, em geral, três grandes fases, que podem variar conforme o procedimento realizado e a evolução de cada paciente.
Fase inicial (0 a 6 semanas)
O foco é controlar dor e inchaço, proteger os tecidos em cicatrização e recuperar gradualmente a amplitude de movimento. É comum o uso de imobilizador ou órtese articulada por 2 a 6 semanas, com apoio do peso conforme tolerado. A amplitude de movimento costuma progredir de 0–60 graus nas primeiras semanas até a amplitude completa por volta da sexta semana, junto com exercícios de ativação do quadríceps.
Fase intermediária (6 a 12 semanas)
Com a amplitude de movimento completa já alcançada, o foco passa a ser o fortalecimento muscular — especialmente do quadríceps, dos abdutores do quadril e do core — além do treino de controle neuromuscular, equilíbrio e correção de padrões de movimento, com início de atividades funcionais de baixo impacto.
Fase avançada e retorno ao esporte (3 a 9 meses)
Nessa fase, são introduzidos exercícios de maior exigência: pliometria (saltos e aterrissagens), exercícios unilaterais, treino específico do esporte e progressão gradual de intensidade. O retorno completo ao esporte costuma ocorrer entre o sexto e o nono mês, sempre condicionado ao cumprimento dos critérios funcionais descritos anteriormente — e não apenas ao tempo decorrido desde a cirurgia.
Prognóstico a longo prazo
No curto e médio prazo, o tratamento cirúrgico da instabilidade patelofemoral apresenta resultados consistentes: taxa de recidiva entre 6% e 20%, manutenção dos ganhos funcionais ao longo dos anos, alto índice de retorno ao esporte e satisfação relatada por 80% a 96% dos pacientes.
No longo prazo, o principal ponto de atenção continua sendo a saúde da cartilagem articular. Mesmo após tratamento adequado, o risco de degeneração cartilaginosa permanece — especialmente quando havia displasia troclear não corrigida. Por isso, fatores como a ausência de fatores de risco anatômicos não tratados, a adesão à reabilitação e o retorno gradual às atividades estão associados a um prognóstico mais favorável. Já fatores como múltiplos fatores de risco não corrigidos, idade muito jovem, envolvimento bilateral e lesões de cartilagem importantes no momento da primeira luxação tendem a indicar um acompanhamento mais cuidadoso a longo prazo.
Mitos e verdades sobre a instabilidade patelofemoral
"A patela sempre volta ao lugar sozinha depois da luxação."
Parcialmente verdadeiro. Em muitos casos, a patela retorna espontaneamente quando o joelho é estendido. Mas, mesmo quando isso acontece, lesões importantes — como a ruptura do LPFM e lesões da cartilagem — já ocorreram e precisam ser avaliadas.
"Luxação de patela é uma lesão benigna, sem consequências a longo prazo."
Falso. Mesmo uma única luxação inicia um processo de desgaste da cartilagem que evolui ao longo dos anos, podendo levar a artrose patelofemoral precoce.
"Fisioterapia sozinha sempre resolve."
Falso, em parte. A fisioterapia é fundamental e pode ser suficiente em pacientes sem fatores de risco anatômicos significativos. Mas, com múltiplos fatores de risco, as taxas de recidiva com fisioterapia isolada são muito altas, e o tratamento cirúrgico pode ser necessário.
"Criança não deve ser operada porque ainda está crescendo."
Falso. Técnicas cirúrgicas modernas que respeitam as cartilagens de crescimento são seguras e eficazes em crianças e adolescentes, sem evidência de distúrbios de crescimento quando bem indicadas e executadas.
"Joelheira resolve o problema da instabilidade."
Falso. A joelheira pode trazer sensação de segurança e ajudar durante a reabilitação, mas não corrige as causas anatômicas da instabilidade nem previne novas luxações de forma confiável.
"Todo paciente com luxação de patela precisa de cirurgia."
Falso. A maioria dos casos de primeira luxação, sem fatores de risco significativos, responde bem ao tratamento conservador com fisioterapia.
"Depois da cirurgia, nunca mais vai luxar."
Falso. A cirurgia reduz muito o risco de recidiva, mas não o elimina por completo — as taxas de recidiva após reconstrução do LPFM variam de 6% a 20%, dependendo dos fatores de risco presentes e de como foram abordados.
Perguntas frequentes sobre o tratamento
Meu filho tem 12 anos e ainda está crescendo. É seguro operar?
Sim. As técnicas modernas de reconstrução do LPFM com fixação epifisária (na porção do osso distal à cartilagem de crescimento), guiadas por radioscopia, permitem tratamento cirúrgico seguro e eficaz em crianças com fises abertas, sem evidência de lesão da cartilagem de crescimento ou distúrbios de crescimento quando bem indicadas.
Quanto tempo leva a recuperação após a cirurgia?
A maioria dos pacientes retoma as atividades do dia a dia em 3 a 4 meses e o esporte em 6 a 9 meses, sempre com base em critérios funcionais — força muscular, testes de salto e ausência de apreensão — e não apenas no calendário.
Meu filho pode continuar praticando esporte enquanto aguarda a cirurgia?
Depende da gravidade dos sintomas. Em casos de instabilidade frequente ou apreensão importante, esportes de alto risco (com giros, mudanças de direção e saltos) costumam ser desencorajados até o tratamento definitivo, já que cada novo episódio de luxação causa lesão adicional à cartilagem. Atividades de baixo impacto, como natação e ciclismo, geralmente podem ser mantidas se não causarem sintomas. Essa decisão deve ser conversada caso a caso com o ortopedista responsável.
Qual a diferença entre usar um enxerto do próprio paciente ou de banco de tecidos para reconstruir o LPFM?
O autoenxerto (geralmente retirado de tendões flexores do próprio joelho) evita questões teóricas relacionadas a doadores, mas implica uma área doadora adicional. O aloenxerto (de banco de tecidos) evita essa morbidade extra. Em pacientes pediátricos, estudos mostram resultados comparáveis entre as duas opções em termos de recidiva, complicações e satisfação — a escolha costuma depender da preferência do cirurgião e da disponibilidade.
Cada joelho tem sua própria combinação de fatores anatômicos, idade e objetivos — por isso, o plano de tratamento ideal só pode ser definido após uma avaliação individual. Se você ou seu filho já teve um ou mais episódios de luxação da patela, ou apresenta dor e insegurança recorrentes no joelho, agende uma consulta com o Dr João Pedro Rocha para uma avaliação especializada em cirurgia preservadora e artroscopia do joelho e do quadril, da infância ao adulto jovem.
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Por que Consultar um Ortopedista Infantil em São Paulo?
Contar com um ortopedista infantil em São Paulo experiente é fundamental para indicar e realizar a artroscopia com NanoScope com segurança. O Dr. João Pedro Rocha, reconhecido ortopedista infantil em São Paulo, acompanha cada etapa da avaliação inicial à reabilitação pós-artroscopia com NanoScope ,garantindo crescimento saudável e função articular plena.
Dr. João Pedro Rocha
Ortopedista Infantil em São Paulo
Dr. João Pedro Ramos Sampaio Rocha é ortopedista especializado em ortopedia pediátrica e neuro-ortopedia. Formado pela Faculdade de Medicina da USP, completou residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas e especializou-se em ortopedia pediátrica e neuro-ortopedia na mesma instituição. Atua como médico assistente e preceptor no HSPM, assistente voluntário do grupo de ortopedia pediátrica do IOT-HC-FMUSP e opera em diversos hospitais de São Paulo. Fundador do Instituto Torus – Ortopedia Pediátrica Especializada. Suas áreas de expertise incluem pé torto congênito, displasia de quadril, paralisia cerebral, doença de Perthes e fraturas infantis. É membro da SBOT, SBOP e AOTrauma Internacional.
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