A luxação patelar acontece quando a patela (rótula), o osso da frente do joelho, sai do trilho em que desliza no fêmur para o lado de fora (deslocamento lateral). Quando isso se repete, ou quando fica a sensação de que a patela vai sair de novo, falamos em instabilidade patelar, também chamada de instabilidade patelofemoral.

Muita gente descreve como “o joelho saiu do lugar” ou “o joelho deslocou”. É um problema típico da adolescência, mas também aparece em crianças e alguns adultos jovens convivem com ele há anos.

Resumo rápido
  • A luxação da patela é mais comum dos 14 aos 18 anos (1).
  • Muitas vezes a patela volta sozinha ao lugar. Mesmo assim, o joelho precisa ser avaliado, porque o ligamento e a cartilagem podem ter sido lesados.
  • Depois do primeiro episódio, cerca de 1 em cada 3 pessoas volta a ter luxação (5).
  • O risco de repetir é maior em quem é mais novo, ainda está crescendo e tem o trilho do fêmur raso ou a patela alta (5, 6).
  • Luxações repetidas aumentam a chance de lesão da cartilagem (10).

A decisão entre fisioterapia e cirurgia depende do número de episódios, da anatomia do joelho e das lesões associadas.

O que acontece dentro do joelho quando a patela sai do lugar?

A patela desliza em um sulco na parte anterior e distal do fêmur chamado tróclea. Esse sulco funciona como um trilho. Do lado de dentro do joelho, um ligamento segura a patela para que ela não escape para fora: o Ligamento Patelofemoral Medial (LPFM).

Na luxação, a patela pula para fora do trilho. O movimento mais comum é girar o corpo com o pé apoiado no chão e o joelho um pouco dobrado, como em uma mudança de direção no esporte. Também pode acontecer por uma pancada direta.

Quando a patela sai, o ligamento do lado de dentro (LPFM) estica ou rompe. Em um estudo com crianças de 9 a 14 anos, praticamente todas tinham lesão desse ligamento depois da primeira luxação (4). Ao sair e ao voltar, a patela também pode bater na borda do fêmur e soltar um pedaço de cartilagem com osso, a chamada fratura osteocondral. Em outro estudo com crianças, isso aconteceu em cerca de 4 em cada 10 (2).

Há dois termos parecidos:

  • Luxação: a patela sai completamente do trilho.
  • Subluxação: a patela sai em parte e volta, com sensação de falseio.

Luxação do joelho e luxação da patela são a mesma coisa?

Não. No dia a dia, quase sempre que alguém diz “luxação do joelho” está falando da patela. Para o médico, são duas lesões diferentes.

  • Luxação da patela: só a patela sai do lugar. O fêmur e a tíbia continuam encaixados. É a situação descrita nesta página.
  • Luxação do joelho: o fêmur e a tíbia perdem o encaixe. É rara, costuma acontecer em acidentes de alta energia e é uma urgência, porque pode lesar vasos e nervos.

Se o joelho ficou deformado depois de um trauma forte e não voltou ao lugar, é uma urgência ortopédica para o pronto-socorro.

Em que idade a luxação da patela é mais comum?

Na adolescência. Em um estudo que acompanhou toda a população de uma região dos Estados Unidos por 21 anos, a faixa dos 14 aos 18 anos teve cerca de dez vezes mais casos do que a faixa até os 13 anos (1). Em números redondos, é cerca de 1 adolescente em cada 700 por ano.

A primeira luxação da patela é cerca de dez vezes mais frequente dos 14 aos 18 anos do que até os 13. Dados de Sanders e colaboradores, 2018, estudo populacional nos Estados Unidos.
Idade no primeiro episódio Primeiras luxações a cada 100 mil pessoas por ano
Até 13 anos 14
14 a 18 anos 148
19 a 25 anos 54
26 a 35 anos 18
36 a 45 anos 10
46 anos ou mais 3

Fonte: Sanders e colaboradores, 2018 (1). Valores arredondados.
Nesse estudo, mais da metade das primeiras luxações aconteceu até os 18 anos, e três em cada quatro até os 25 (1). Meninos e meninas foram afetados de forma parecida. A exceção foi a faixa até os 13 anos, em que a luxação foi quase duas vezes mais frequente em meninas (1).

Por que a patela sai do lugar?

 

Quase nunca é só azar. Na maior parte dos casos existe um formato de joelho que facilita a saída da patela, somado a um movimento de giro ou a uma pancada. Quanto mais leve foi o movimento que causou a luxação, maior a chance de haver uma ou mais variações na anatomia que predispõe (12).

Os fatores mais estudados:

  • Tróclea rasa ou em domo (displasia troclear). O trilho do fêmur é raso, plano ou até abaulado, e segura menos a patela.
  • Patela alta. A patela fica mais acima do que o habitual e demora a entrar no trilho quando o joelho começa a dobrar.
  • Tendão da patela preso mais para fora. É o que a distância entre a tuberosidade da tíbia e o sulco da tróclea (TT-TG) mede nos exames. Quanto maior, mais a patela é puxada para fora.
  • Patela inclinada para fora.
  • Alinhamento das pernas. Joelhos para dentro (geno valgo) e rotação aumentada do fêmur ou da tíbia mudam a direção da força sobre a patela.
  • Frouxidão dos ligamentos (hipermobilidade articular).
  • Músculos da coxa e do quadril fracos, que controlam mal o joelho no giro e na aterrissagem.

Em um estudo com ressonância de crianças de 9 a 14 anos, cerca de 8 em cada 10 das que tiveram luxação tinham dois ou mais desses fatores. Entre as que nunca tiveram luxação, foram menos de 1 em cada 10 (3). A tróclea rasa apareceu em cerca de três em cada quatro crianças com luxação e foi rara nas demais (3).

Ressonância do joelho em corte transversal mostrando o sulco do fêmur raso e a patela deslocada para o lado de fora.

Esses fatores são medidos na radiografia, na ressonância e, às vezes, na tomografia. Veja como é feito o diagnóstico e como ler o laudo.

Qual é o risco de acontecer de novo?

É a pergunta mais importante depois do primeiro episódio. Juntando os estudos disponíveis, cerca de 1 em cada 3 pessoas volta a ter luxação (5). Esse risco não é igual para todo mundo.

O que mais pesa (5, 6):

  • idade mais jovem no primeiro episódio;
  • cartilagem de crescimento ainda aberta;
  • tróclea rasa ou em domo;
  • patela alta;
  • tendão da patela preso mais para fora.

Quanto mais fatores juntos, maior o risco:

Fatores de risco presentes Quantos voltam a ter luxação com tratamento sem cirurgia
Nenhum Em torno de 1 em cada 10
Dois Cerca de metade
Três Cerca de 3 em cada 4
Quatro Quase 9 em cada 10

Fontes: (5) para "nenhum"; (6) para dois, três e quatro fatores, em pacientes de até 18 anos.
Os fatores contidos nesse estudo foram tróclea rasa, cartilagem de crescimento aberta, patela alta e luxação anterior no outro joelho.
Dois pontos que costumam surpreender:

  • O risco não acaba nos primeiros meses. Dos que tiveram a primeira luxação ainda durante o crescimento, cerca de 1 em cada 5 voltou a ter luxação em dois anos, e cerca de metade ao longo de 15 a 20 anos (8).
  • O outro joelho raramente é afetado: menos de 1 em cada 10 (8).

O que muda na criança e no adolescente, com a cartilagem de crescimento aberta?

Três coisas.

Primeiro, o risco de repetir é maior. Em um estudo com pacientes de até 18 anos, cerca de 7 em cada 10 dos que tinham a cartilagem de crescimento aberta e a tróclea displásica voltaram a ter luxação com o tratamento sem cirurgia (7).

Segundo, a radiografia pode não mostrar tudo. Um fragmento de cartilagem solto pode passar despercebido. Por isso, um consenso europeu considera a ressonância obrigatória depois da primeira luxação, para procurar lesões da cartilagem e medir os fatores anatômicos. A exceção é quem chega bem depois do episódio, sem sintomas e com o exame do joelho normal (12).

Terceiro, o tratamento precisa respeitar o crescimento. O ligamento que segura a patela se prende ao fêmur muito perto da cartilagem de crescimento. Quando a cirurgia é necessária, a técnica é escolhida para não atravessar essa cartilagem. O crescimento que ainda resta também pode ser usado a favor, por exemplo, para corrigir joelhos em X (geno valgo). Os detalhes estão em tratamento, cirurgia e recuperação.

E no adulto jovem que convive com isso desde a adolescência?

É comum chegar aos 20 ou 30 anos com um joelho que “sempre falseou”. Às vezes houve uma luxação na adolescência que nunca foi investigada a fundo. Às vezes nunca houve luxação completa, só a sensação de que o joelho vai sair ao girar o corpo ou subir escadas.

Nessa fase, duas perguntas passam a importar mais:

  • Como está a cartilagem? Em um grupo de pacientes jovens operados por instabilidade, cerca de 6 em cada 10 joelhos já tinham alguma lesão de cartilagem. Quem teve mais de cinco luxações tinha cerca de três vezes mais chance de lesão na tróclea (10).
  • Qual é a causa no meu joelho? Tróclea displásica, patela alta, tendão preso mais para fora, rotação do fêmur ou da tíbia: cada combinação pede um plano diferente. Por isso o exame não olha só o joelho. Olha a perna inteira, do quadril ao pé.

O objetivo nessa idade é estabilizar a patela e proteger a cartilagem que existe, em um joelho que ainda vai ser usado por muitas décadas.

O que pode acontecer se a instabilidade continuar?

Nem todo mundo evolui mal. Muitas pessoas têm um episódio só e seguem a vida sem problemas. Normalmente são os que não têm alterações anatômicas associadas. Mas há três riscos que vale conhecer:

  • Novas luxações, com mais facilidade a cada vez.
  • Lesão da cartilagem, mais frequente quanto maior o número de luxações (10).
  • Artrose entre a patela e o fêmur. Em um estudo de longo prazo, ela foi rara nos primeiros dez anos depois da luxação e apareceu em quase metade das pessoas aos 25 anos. Em pessoas da mesma idade que nunca tiveram luxação, foram menos de 1 em cada 10 (9). O risco foi maior em quem teve fragmento de cartilagem solto, luxações repetidas ou tróclea rasa (9).

Há também o que não aparece em exame. Cerca de 1 em cada 4 pessoas tem nova luxação e cerca de metade fica com algum sintoma, como dor, inchaço, falseio, medo de se movimentar ou redução do esporte (12).

Joelho travado depois de uma luxação: o que pode ser?

Joelho que trava, que não estica até o fim ou que dá a sensação de algo solto lá dentro depois de uma luxação pode ser um fragmento de cartilagem com osso que se soltou na hora em que a patela saiu ou voltou. É um motivo para investigar logo, com ressonância.

Travamento sem história de luxação tem outras causas, como o menisco discoide e a osteocondrite dissecante.

Quando procurar avaliação e quando ir ao pronto-socorro?

Procure o pronto-socorro no mesmo dia se:

  • a patela saiu e não voltou ao lugar;
  • o joelho ficou deformado depois de um trauma forte;
  • o joelho inchou muito em poucas horas;
  • o joelho travou ou não aguenta o peso do corpo.

Agende uma avaliação com ortopedista se:

  • a patela saiu do lugar, mesmo que tenha voltado sozinha e a dor tenha passado;
  • o joelho falseia ou dá medo ao girar, descer escada ou praticar esporte;
  • já houve mais de um episódio;
  • há dor na frente do joelho e inchaço que voltam depois do esforço;
  • um exame mostrou tróclea rasa, patela alta ou distância TT-TG aumentada.

Como é a avaliação?

  • Conversamos sobre como aconteceu, quantas vezes, o que o joelho te impede de fazer e se há casos na família.
  • Exame dos dois joelhos, da patela, dos ligamentos, do alinhamento das pernas, da rotação do quadril e da flexibilidade das articulações.
  • Análise dos exames. Traga radiografias, ressonância e tomografia, com as imagens e não só o laudo.
  • Explicação do que foi encontrado, do risco de repetir no seu caso individualizado e das opções, incluindo a de não operar.

O atendimento presencial é em São Paulo, na Água Branca.

Para quem mora em outra cidade, a consulta on-line serve para rever os exames já feitos, tirar dúvidas e organizar os próximos passos. Se já existe uma indicação de cirurgia e você quer outra avaliação antes de decidir, veja como funciona a segunda opinião.

O que a evidência ainda não respondeu

  • Operar ou não depois da primeira luxação. Os números apontam menos luxações novas com a cirurgia, mas não está claro se a função do joelho melhora nem quanto as complicações aumentam (11).
  • A chance de estabilizar a patela com cirurgia reduz o risco de artrose no futuro (8).
  • Como prever o risco de cada pessoa. Existem vários modelos, cada um com fatores diferentes, e nenhum prevê com precisão o que vai acontecer com um joelho específico (5).

Perguntas frequentes

A patela voltou sozinha ao lugar. Ainda preciso levar ao médico?

Sim. A patela voltar ao lugar não quer dizer que não houve lesão. O ligamento que a segura quase sempre é lesado (90% das vezes), e um pedaço de cartilagem pode ter se soltado sem aparecer na radiografia.

Vai acontecer de novo?

Em cerca de 1 em cada 3 pessoas, sim! O risco é menor em quem não tem fatores anatômicos e maior em quem é mais novo, ainda está crescendo e tem a tróclea rasa ou em domo ou a patela alta.

Pode acontecer no outro joelho?

Pode, mas é incomum: menos de 1 em cada 10 pessoas.

Toda luxação da patela precisa de cirurgia?

Não. Em um estudo com crianças e adolescentes, mais de 8 em cada 10 primeiras luxações foram tratadas sem cirurgia. A cirurgia entra na conversa quando há um fragmento solto dentro do joelho, quando as luxações se repetem ou quando a anatomia indica risco alto. Veja tratamento, cirurgia e recuperação.

Luxação da patela causa artrose?

Aumenta o risco a longo prazo. Em um estudo, quase metade das pessoas tinha artrose entre a patela e o fêmur 25 anos depois, contra menos de 1 em cada 10 de quem nunca teve luxação. Não é um destino certo, e o risco foi maior em quem teve fragmento de cartilagem solto ou luxações repetidas.

Meu filho pode continuar no esporte?

Na maior parte dos casos, sim, depois de recuperar o movimento, a força e a confiança no joelho pode continuar a fazer esporte. Enquanto o joelho estiver falseando, esportes com giro e salto aumentam a chance de um novo episódio. A liberação é decidida caso a caso.

Qual é a diferença entre subluxação e luxação da patela?

Na luxação, a patela sai completamente do trilho. Na subluxação, sai em parte e volta, com sensação de falseio. As duas fazem parte da instabilidade patelar e merecem avaliação.

Referências

  1. Sanders TL, Pareek A, Hewett TE, e colaboradores. Incidence of First-Time Lateral Patellar Dislocation: A 21-Year Population-Based Study. Sports Health. 2018;10(2):146-151. PMID 28795924. https://doi.org/10.1177/1941738117725055
  2. Nietosvaara Y, Aalto K, Kallio PE. Acute patellar dislocation in children: incidence and associated osteochondral fractures. J Pediatr Orthop. 1994;14(4):513-5. PMID 8077438. https://doi.org/10.1097/01241398-199407000-00018
  3. Askenberger M, Janarv PM, Finnbogason T, Arendt EA. Morphology and Anatomic Patellar Instability Risk Factors in First-Time Traumatic Lateral Patellar Dislocations: A Prospective Magnetic Resonance Imaging Study in Skeletally Immature Children. Am J Sports Med. 2017;45(1):50-58. PMID 27613760. https://doi.org/10.1177/0363546516663498
  4. Askenberger M, Arendt EA, Ekström W, e colaboradores. Medial Patellofemoral Ligament Injuries in Children With First-Time Lateral Patellar Dislocations: A Magnetic Resonance Imaging and Arthroscopic Study. Am J Sports Med. 2016;44(1):152-8. PMID 26602152. https://doi.org/10.1177/0363546515611661
  5. Huntington LS, Webster KE, Devitt BM, Scanlon JP, Feller JA. Factors Associated With an Increased Risk of Recurrence After a First-Time Patellar Dislocation: A Systematic Review and Meta-analysis. Am J Sports Med. 2020;48(10):2552-2562. PMID 31825650. https://doi.org/10.1177/0363546519888467
  6. Jaquith BP, Parikh SN. Predictors of Recurrent Patellar Instability in Children and Adolescents After First-time Dislocation. J Pediatr Orthop. 2017;37(7):484-490. PMID 26491910. https://doi.org/10.1097/BPO.0000000000000674
  7. Lewallen LW, McIntosh AL, Dahm DL. Predictors of recurrent instability after acute patellofemoral dislocation in pediatric and adolescent patients. Am J Sports Med. 2013;41(3):575-81. PMID 23339838. https://doi.org/10.1177/0363546512472873
  8. Sanders TL, Pareek A, Hewett TE, e colaboradores. High rate of recurrent patellar dislocation in skeletally immature patients: a long-term population-based study. Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc. 2018;26(4):1037-1043. PMID 28299386. https://doi.org/10.1007/s00167-017-4505-y
  9. Sanders TL, Pareek A, Johnson NR, e colaboradores. Patellofemoral Arthritis After Lateral Patellar Dislocation: A Matched Population-Based Analysis. Am J Sports Med. 2017;45(5):1012-1017. PMID 28005405. https://doi.org/10.1177/0363546516680604
  10. Bram JT, e colaboradores. The Number of Patellar Dislocation Events Is Associated With Increased Chondral Damage of the Trochlea. Am J Sports Med. 2024;52(10):2541-2546. PMID 39101638. https://doi.org/10.1177/03635465241261968
  11. Smith TO, Gaukroger A, Metcalfe A, e colaboradores. Surgical versus non-surgical interventions for treating patellar dislocation. Cochrane Database Syst Rev. 2023;1(1):CD008106. PMID 36692346. https://doi.org/10.1002/14651858.CD008106.pub4
  12. Blønd L, e colaboradores. Management of first-time patellar dislocation: The ESSKA 2024 formal consensus-Part 1. Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc. 2025;33(5):1925-1932. PMID 39976176. https://doi.org/10.1002/ksa.12620

Sobre o Autor

Dr. João Pedro Ramos Sampaio Rocha

Ortopedista Infantojuvenil com prática dedicada à preservação articular.

CRM-SP: 168422 | RQE: 87698

O Dr. João Pedro Rocha é médico graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), com residência e especialização em Ortopedia Pediátrica e Neuro-ortopedia pelo Hospital das Clínicas (IOT-HC-FMUSP). Possui Fellowship Cirúrgico Internacional em Ortopedia Pediátrica e Cirurgia Preservadora e Artroscopia de Joelho e Quadril pelo Queensland Children’s Hospital, na Austrália.

É membro titular da SBOT, SBOP e SBRATE. Internacionalmente, é membro da Hip Hope Network, do International Hip Dysplasia Institute (IHDI), do ICODE e da AOTrauma.

Atualmente, atua como Médico Assistente e Preceptor da Residência de Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM). Concentra sua prática privada no Instituto Torus, em São Paulo, dedicando-se especialmente às cirurgias do quadril e joelho em crianças, adolescentes e adultos jovens.

Conteúdo revisado em: 07/10/2026

O Dr João Pedro Rocha, Ortopedista Pediátrico em São Paulo, oferece diagnóstico e tratamento adequado. Agende aqui uma consulta.