Geno valgo é o nome dado quando os joelhos se aproximam e os tornozelos ficam afastados, o chamado joelho em X. Dos 2 aos 7 ou 8 anos, costuma ser uma fase normal do crescimento. Mas, quando continua aumentado, piora ou é diferente de um lado para o outro depois dessa idade, deixa de ser fase e passa a ser um desvio que deve ser corrigido, a depender do caso, de preferência enquanto a criança ainda cresce.
O ponto que muda a decisão é o tempo. A correção mais simples usa o próprio crescimento da criança e só funciona enquanto a cartilagem de crescimento está aberta. Depois disso, a correção ainda é possível, mas com uma cirurgia maior.
Resumo do artigo
- Joelho em X é esperado dos 2 aos 7 ou 8 anos. O pico é por volta dos 3 a 4 anos (2).
- Merece avaliação o joelho em X que piora, é de um lado só, dói, atrapalha a corrida ou continua depois dos 8 anos.
- A decisão não é tomada pela aparência nem pela distância entre os tornozelos em si. É tomada após avaliação clínica e de radiografia panorâmica das pernas, feita em pé (1).
- Com pelo menos 2 anos de crescimento pela frente, o desvio pode ser corrigido com o crescimento guiado: uma placa pequena ou um parafuso junto à cartilagem de crescimento (1).
- A correção leva em média cerca de 12 a 18 meses e a criança anda e corre normalmente nesse período (4).
- Depois de retirado o implante, parte do desvio pode voltar, chamado efeito rebote. Por isso, o acompanhamento com o ortopedista infanto-juvenil é fundamental, e vai até o fim do crescimento (4, 6).
Perto do fim do crescimento ou depois dele, a correção é feita somente por osteotomia, que é cortar e realinhar o osso, fixando com placas.
Até que idade o joelho em X é normal?
O alinhamento das pernas muda com a idade, em uma sequência bem conhecida. O bebê nasce com as pernas arqueadas. Por volta de 1 ano e meio a 2 anos elas ficam retas. Depois passam para o joelho em X, que atinge o máximo por volta dos 3 a 4 anos e diminui aos poucos até o padrão do adulto, ficando um joelho em X bem leve, quase reto, às vezes levemente varo(2).
| Idade | O que se espera | Quando chama a atenção |
|---|---|---|
| Do nascimento a 1 ano e meio | Pernas arqueadas | Arqueamento muito acentuado ou de um lado só |
| De 2 a 4 anos | Joelho em X, com pico aos 3 a 4 anos | Desvio de um lado só ou que piora depressa |
| De 4 a 8 anos | Joelho em X que diminui aos poucos | Desvio que aumenta em vez de diminuir; dor |
| Depois dos 8 anos | Joelho em X leve, padrão do adulto | Desvio acentuado, que piora ou atrapalha as atividades |
Fonte: Heath e Staheli, 1993 (2). Idades aproximadas.
Em um estudo clássico com crianças saudáveis, o joelho em X chegou em média a 15 graus aos 4 anos e ficou abaixo de 6 graus aos 11. Dos 2 aos 11 anos, foram considerados normais valores de até cerca de 12 graus e até 8 cm de distância entre os tornozelos (2).
Dois cuidados com esses números. O primeiro: são de um único grupo de crianças e servem como referência, não como régua. O segundo: em crianças que já têm geno valgo, o alinhamento continuou mudando até por volta dos 10 anos em um estudo com mais de 1.500 radiografias (3). Por isso, a idade sozinha não fecha o diagnóstico. O que importa é a direção: o desvio está diminuindo, parado ou aumentando!
Quando o joelho em X deixa de ser fase?
Vale marcar uma avaliação quando:
- o joelho em X aparece ou piora depois dos 7 ou 8 anos;
- um lado é claramente diferente do outro;
- o desvio surgiu depois de uma fratura ou infecção perto do joelho;
- há dor no joelho, cansaço fácil, quedas ou dificuldade para correr;
- a patela (rótula) já saiu do lugar ou dá sensação de falseio;
- a criança é baixa para a idade ou tem outras alterações nos ossos;
- o desvio é muito acentuado em qualquer idade.
Quando o desvio foge da curva normal, o médico procura a causa. Na maior parte das vezes não há doença por trás, e o nome é geno valgo idiopático. As outras causas precisam ser lembradas porque mudam o tratamento:
- excesso de peso, que está associado a mais desalinhamento das pernas (12);
- raquitismo e outras doenças do metabolismo do osso;
- doença renal crônica;
- displasias esqueléticas e exostoses múltiplas;
- fratura da parte de cima da tíbia na criança pequena, que pode entortar o joelho para dentro nos meses seguintes;
- lesão da cartilagem de crescimento por fratura ou infecção.
Desvio para o lado oposto, com os joelhos afastados (perna em alicate), é outro problema. Veja pernas arqueadas (geno varo) e doença de Blount.
Como é feita a avaliação?
A avaliação começa pela história e pelo exame clínico: altura, peso, como a criança anda e corre, os dois joelhos, a patela, os quadris, os pés e a rotação das pernas. Muitas vezes o que parece joelho em X é soma de coxas mais grossas, pés planos e fêmur rodado para dentro.
A medida que os pais mais observam é a distância entre os tornozelos com os joelhos encostados. Ela serve para acompanhar, mas engana, principalmente quando as coxas são mais volumosas. Um consenso internacional de 2025, com 29 cirurgiões de 17 países, foi claro em dois pontos: não indicar cirurgia só por essa distância e pedir sempre a radiografia panorâmica das pernas, feita em pé, do quadril ao tornozelo (1).
Essa radiografia responde a três perguntas.
- Quanto o eixo mecânico está desviado? Traça-se uma linha do centro do quadril ao centro do tornozelo. Em uma perna alinhada, ela passa perto do meio do joelho. No geno valgo, passa pelo lado de fora. Para medir, o joelho é dividido em zonas a partir do centro.
- De onde vem o desvio? Do fêmur, da tíbia ou dos dois. Olhando de fora não dá para saber. Calculamos os ângulos do fêmur e da tíbia em relação à articulação.
- Quanto crescimento ainda resta? A cartilagem de crescimento aparece aberta ou fechada na imagem. Quando a resposta pode mudar a conduta, pede-se também a radiografia da mão para estimar a idade óssea.
A segunda pergunta é a que mais surpreende. Em crianças menores, a tíbia responde pela maior parte do desvio. Nas maiores e nos adolescentes, o fêmur passa a ser o principal responsável (3). Se a correção for feita no osso errado, o joelho fica reto na foto e inclinado na radiografia.
Exames de sangue só são pedidos quando há suspeita de raquitismo ou de outra doença do metabolismo.
Quando a cirurgia é indicada?
A cirurgia entra na conversa quando três coisas se somam: o desvio está fora do esperado para a idade, não está melhorando sozinho e a radiografia confirma que o eixo passa longe do centro do joelho.
O consenso de 2025 recomenda tratamento cirúrgico quando a linha do eixo cai na zona 2 ou além, do lado de fora, na região lateral dos joelhos (1). Em linguagem simples: quando ela passa pela metade externa do joelho ou por fora dele.
Estudos mais antigos usavam outros critérios. Uma revisão de dez estudos, com 237 pacientes operados em torno dos 11 anos, propôs idade mínima de 8 anos, mais de 8 cm entre os tornozelos e um ângulo do fêmur abaixo de 85 graus (4). Esses números ainda ajudam, mas o consenso mais recente deixou de lado a idade fixa e a distância entre os tornozelos como critérios isolados (1).
Na prática, a decisão também pesa o que a radiografia não mostra: dor, limitação para o esporte, instabilidade da patela e quanto o desvio incomoda. E pesa o relógio do crescimento, que define qual cirurgia é possível.
Não operar é uma opção legítima em desvios leves, sem sintomas e estáveis. Nesses casos o acompanhamento é feito com exame e radiografia a intervalos, para não perder a janela do crescimento se o desvio aumentar.
Palmilhas, botas, órteses e fisioterapia não endireitam o osso. A fisioterapia tem papel na força e no controle do movimento, principalmente quando há dor ou instabilidade da patela.
O que é o crescimento guiado (hemiepifisiodese)?
É a melhor e menos invasiva forma de corrigir o desvio, usando o crescimento que a criança ainda tem. O nome técnico é hemiepifisiodese temporária.
Perto das pontas do fêmur e da tíbia existe a cartilagem de crescimento, também chamada de fise. É ali que o osso cresce em comprimento. No geno valgo, coloca-se um pequeno implante no lado de dentro do joelho, atravessando essa cartilagem. Esse lado passa a crescer mais devagar. O lado de fora continua crescendo normalmente. Mês a mês, a perna vai se endireitando.
Dois implantes são normalmente usados hoje em dia:
- a placa em oito, uma placa pequena com dois parafusos, um acima e outro abaixo da cartilagem de crescimento, que funciona como uma dobradiça;
- o parafuso que atravessa a cartilagem de crescimento, colocado por um corte bem pequeno.
Os dois corrigem o desvio. Em um estudo de vários centros, a velocidade de correção foi parecida com a placa e com o parafuso (10). A escolha depende da idade, do osso a corrigir e da experiência do cirurgião.
O implante é colocado no fêmur, na tíbia ou nos dois, conforme a origem do desvio na radiografia e o tempo de crescimento restante.
A grande vantagem é ser reversível: retirado o implante, a cartilagem volta a crescer. A grande limitação é depender do crescimento. Sem crescimento, não há correção.
Qual é a melhor idade para operar?
Não existe uma idade certa. Existe uma janela.
- Cedo demais: o desvio ainda pode melhorar sozinho, e a correção feita em criança pequena tem mais chance de voltar depois da retirada do implante (6, 8).
- Na janela: há crescimento suficiente para corrigir e o joelho já mostrou que não vai se endireitar sozinho. O consenso de 2025 recomenda o crescimento guiado quando restam pelo menos 2 anos de crescimento (1).
- Tarde demais: com pouco crescimento pela frente, o implante não tem tempo de corrigir. Em um estudo alemão, os autores recomendaram cautela na indicação depois dos 14 anos, pelo risco de a correção ficar incompleta (9).
Como referência geral, as meninas param de crescer antes dos meninos. Por isso uma menina de 12 anos e um menino de 12 anos podem estar em momentos muito diferentes da janela. A radiografia panorâmica e a de idade óssea respondem melhor do que a data de nascimento.
Quando resta menos de 1 ano de crescimento, os próprios especialistas do consenso não chegaram a um acordo sobre o que fazer (1). É uma decisão caso a caso.
Quanto tempo leva a correção?
Em média, cerca de 1 ano com o implante (4, 9). Desvios maiores, crianças mais velhas e correções feitas na tíbia podem levar mais.
Em um estudo multinacional com 537 pacientes, a correção andou a menos de 1 grau por mês, tanto no fêmur quanto na tíbia. Entre os que terminaram o tratamento, o alinhamento foi corrigido em cerca de 7 em cada 10 fêmures e 8 em cada 10 tíbias (5). Ou seja: funciona na maioria, não em todos.
Durante esse período a criança é reavaliada a cada 4 a 6 meses, com exame e radiografia. Esse acompanhamento não é detalhe. Se o implante ficar tempo demais, a perna passa do ponto e entorta para o outro lado!
Como é a recuperação?
O crescimento guiado é uma cirurgia pequena, com cortes de poucos centímetros e sem cortar o osso. Não precisa de gesso. Em geral, a criança volta a andar já nos primeiros dias, com apoio de muleta ou andador, conforme a dor permite, e retoma a escola em pouco tempo (1 a 2 semanas após a cirurgia). Esporte e educação física voltam aos poucos, depois da cicatrização da pele.
A retirada do implante é outra cirurgia pequena, feita quando o alinhamento chega ao ponto planejado.
As complicações são incomuns, mas existem:
- infecção, em menos de 2 em cada 100 casos em um estudo grande (5);
- quebra ou soltura de parafuso, em menos de 1 em cada 100 nesse mesmo estudo (5);
- correção incompleta, quando o crescimento acaba antes;
- correção além do ponto, quando o implante fica tempo demais;
- volta parcial do desvio depois da retirada.
O joelho pode voltar a entortar depois de tirar o implante?
Pode. É o que nós chamamos de efeito rebote: liberada, a cartilagem do lado que estava freado cresce mais depressa por um tempo, e parte da correção se perde.
A frequência varia muito de um estudo para outro (4, 6, 7, 8). A diferença vem principalmente de como cada estudo define o rebote e da idade das crianças operadas. O que aumenta a chance de rebote:
- operar muito cedo, com muitos anos de crescimento pela frente (6, 8);
- desvio inicial muito grande (6);
- correção muito rápida, como no estirão (8).
Nesse mesmo estudo, a correção feita na tíbia se manteve depois da retirada, e a do fêmur variou conforme o implante: mais rebote com placa, leve aumento da correção com parafuso (7).
Algumas vezes deixamos o implante até passar um pouco do ponto, contando com o rebote. Mas nem toda criança tem rebote (6, 9). Não há resposta única. Na minha prática, deixo a correção passar um pouco do ponto, até um varo leve, antes de retirar o implante, para compensar o rebote.
Se o desvio voltar e ainda houver crescimento na fise, o crescimento guiado pode ser repetido. Por isso o acompanhamento não termina na retirada do implante. Vai até o fim do crescimento total (4).
E quando o crescimento já acabou ou está no fim?
A correção passa a ser feita por osteotomia: o osso é cortado, realinhado e fixado com placa e parafusos. No geno valgo, o corte costuma ser na parte de baixo do fêmur, porque é dali que vem a maior parte do desvio no adolescente e no adulto jovem (3).
É uma cirurgia maior do que o crescimento guiado. Exige internação mais prolongada, um período com muletas e apoio parcial até consolidação, e alguns meses até a volta completa ao esporte. Em compensação, a correção é imediata e não depende do crescimento. Mas a necessidade de retirada da placa também pode acontecer.
Em correções grandes feitas de uma vez, o nervo que passa pelo lado de fora do joelho fica sob tensão. O consenso de 2025 recomenda liberá-lo na mesma cirurgia em situações específicas, como correções acima de 20 graus com abertura do osso (1).
Chegar tarde não é sinal de que alguém errou. Muitos desvios só incomodam na adolescência ou depois. Significa apenas que a abordagem e a ferramenta mudam.
Joelho em X tem relação com a luxação da patela?
Tem! No joelho em X, a força dos músculos puxa a patela para o lado de fora. É um dos fatores que facilitam a luxação da patela.
Em crianças e adolescentes que ainda estão crescendo e têm os dois problemas, é possível corrigir o alinhamento com o crescimento guiado na mesma cirurgia em que se reconstrói o ligamento que segura a patela. Em um estudo de vários centros, o alinhamento melhorou e cerca de somente 1 em cada 7 joelhos voltou a ter luxação. Importante ressaltar que corrigir o joelho em X não garante que a patela fique estável. É uma parte do plano. Veja o tratamento da luxação da patela: da fisioterapia à cirurgia.
O que acontece se o geno valgo não for corrigido?
Depende do tamanho do desvio. Um joelho em X leve, sem sintomas, pode acompanhar a pessoa pela vida sem causar problema.
Nos desvios maiores, o peso do corpo passa pelo lado de fora do joelho. Em adultos de meia-idade e idosos, estudos grandes mostram que o joelho valgo está associado a mais desgaste da cartilagem e do menisco desse lado, podendo causar artrose precoce (11).
A indicação de cirurgia se apoia no raciocínio mecânico, nos sintomas atuais e no tamanho do desvio, e isso precisa ser dito às famílias com clareza.
Como é a consulta?
- No dia conversamos sobre quando o desvio foi notado, se está mudando, causando dor, afetando os esportes e casos na família.
- Examino as pernas inteiras, do quadril ao pé, parado e andando.
- Radiografia panorâmica das pernas em pé é necessário. Se já tiver, traga as imagens, não só o laudo. Radiografias antigas ajudam a ver a evolução.
- Avaliação de onde vem o desvio, de quanto crescimento resta e das opções de tratamento, incluindo a de acompanhar clinicamente, se for o caso.
O atendimento presencial é em São Paulo, na Água Branca. Para quem mora longe, a consulta on-line serve para um primeiro contato, revisar as radiografias e orientar os próximos passos. Se a cirurgia já foi indicada e a família quer uma segunda avaliação antes de decidir, ela pode ser feita presencialmente ou on-line, com as radiografias. O planejamento de uma cirurgia pode exigir exame presencial.
O que a literatura médica ainda não respondeu
- Qual é o melhor momento para retirar o implante em crianças menores (1).
- O que fazer quando resta menos de 1 ano de crescimento (1).
- Como prever quem vai ter rebote (8).
- Quando vale passar um pouco do ponto de propósito (6, 9).
- Essas decisões são tomadas caso a caso em conversa com a família e paciente.
Perguntas frequentes
Meu filho tem 4 anos e os joelhos em X. Preciso me preocupar?
Na maior parte das vezes, não. Essa é a idade em que o joelho em X é mais acentuado (2). Vale avaliar se o desvio é de um lado só, muito grande, se a criança sente dor ou se é baixa para a idade.
Joelho em X corrige sozinho na adolescência?
É pouco provável. O alinhamento se aproxima do padrão adulto por volta dos 8 a 10 anos (2, 3). Um desvio acentuado depois disso tende a ficar ou a piorar, e a adolescência é justamente a janela para corrigir com o crescimento.
Palmilha, bota ou aparelho corrigem o joelho em X?
Não. Não endireitam o osso. A palmilha pode ser útil por outro motivo, como dor nos pés ou diferença de comprimento entre as pernas.
A cirurgia de crescimento guiado atrapalha o crescimento?
A cartilagem de crescimento é freada só de um lado e só enquanto o implante está lá. Retirado o implante, ela volta a crescer por completo. A parada permanente do crescimento é um risco raro, e é um dos motivos do acompanhamento com radiografias.
Os dois joelhos podem ser operados no mesmo dia?
No crescimento guiado, em geral sim, é possível e bem comum operar bilateralmente. Na osteotomia, a decisão depende do caso, mas por ser uma cirurgia mais agressiva, normalmente operamos um lado e depois o outro, após um período de reabilitação.
Depois de corrigido, precisa de outra cirurgia?
A retirada do implante é uma segunda cirurgia, pequena. Se o desvio voltar e ainda houver crescimento, o procedimento pode ser repetido.
Meu filho tem 15 anos. Ainda dá tempo?
Mais que a idade, depende de quanto crescimento resta, o que a radiografia dos joelhos e de idade óssea mostra. Com a cartilagem de crescimento quase fechada, a opção passa a ser a osteotomia.
Qual é a diferença entre geno valgo e geno varo?
No geno valgo os joelhos se aproximam (joelho em X). No geno varo eles se afastam (pernas arqueadas). As causas e o objetivo do tratamento são diferentes.
Referências
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Sobre o Autor
Dr. João Pedro Ramos Sampaio Rocha
Ortopedista Infantojuvenil com prática dedicada à preservação articular.
CRM-SP: 168422 | RQE: 87698
O Dr. João Pedro Rocha é médico graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), com residência e especialização em Ortopedia Pediátrica e Neuro-ortopedia pelo Hospital das Clínicas (IOT-HC-FMUSP). Possui Fellowship Cirúrgico Internacional em Ortopedia Pediátrica e Cirurgia Preservadora e Artroscopia de Joelho e Quadril pelo Queensland Children’s Hospital, na Austrália.
É membro titular da SBOT, SBOP e SBRATE. Internacionalmente, é membro da Hip Hope Network, do International Hip Dysplasia Institute (IHDI), do ICODE e da AOTrauma.
Atualmente, atua como Médico Assistente e Preceptor da Residência de Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM). Concentra sua prática privada no Instituto Torus, em São Paulo, dedicando-se especialmente às cirurgias do quadril e joelho em crianças, adolescentes e adultos jovens.
Conteúdo revisado em: 07/10/2026
O Dr João Pedro Rocha, Ortopedista Pediátrico em São Paulo, oferece diagnóstico e tratamento adequado. Agende aqui uma consulta para seu filho ou filha.
Dr. João Pedro Rocha
Ortopedista Pediátrico
Dr. João Pedro Ramos Sampaio Rocha é ortopedista especializado em ortopedia pediátrica e neuro-ortopedia. Formado pela Faculdade de Medicina da USP, completou residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas e especializou-se em ortopedia pediátrica e neuro-ortopedia na mesma instituição. Atua como médico assistente e preceptor no HSPM, assistente voluntário do grupo de ortopedia pediátrica do IOT-HC-FMUSP e opera em diversos hospitais de São Paulo. Fundador do Instituto Torus – Ortopedia Pediátrica Especializada. Suas áreas de expertise incluem pé torto congênito, displasia de quadril, paralisia cerebral, doença de Perthes e fraturas infantis. É membro da SBOT, SBOP e AOTrauma Internacional.
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